quinta-feira, 24 de julho de 2014

Resenha: Insurgente - Veronica Rooth

Insurgente - Veronica Rooth
Editora: Rocco
Páginas: 512
Ano: 2013
ISNB: 9788579801556
"Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. "

Insurgente é uma ponte entre o primeiro e o último livro da série. O livro tem inicio como continuação do primeiro, ou seja, Divergente termina com a cena tal e Insurgente começa com a mesma cena. No segundo livro da série somos apresentados a mais coisas sobre o governo, o foco do segundo livro é basicamente a explicação das coisas e uma ponte de passagem para o terceiro. O romance em Insurgente quase não aparece, fiquei feliz com isso, pois há romance mas não é meloso ou faz com que a distopia seja esquecida, como em muitos outros livros.

"Ambos travamos uma guerra dentro de nós. Às vezes, isso nos mantém vivos. Outras vezes, ameaça nos destruir."

Como sempre, adoro os diálogos entre o grupo de amigos, além das cenas de fourtris - acho que o fato de o romance ser um elemento secundário, acabamos shippando ainda mais. Nesse livro, em quase todas as partes, quis jogar o livro pela janela por um único motivo: Tris. spoiler ela basicamente testa a morte trocentas mil vezes, praticamente tenta se suicidar, quem leu sabe do que estou falando.


"Fiquei sabendo que a Franqueza fez sorvete - diz Marlene, virando o rosto para olhar para a fila do refeitório. - Sabe, algo tipo "que droga termos sido atacados, mas pelo menos temos sobremesa."

Tris tinha bons motivos para tudo o que fez, mas algumas coisas eram extremamente irritantes e sem nexo, de modo que queria socar a personagem junto com Tobias.

" Decido guardar a camisa, para me lembrar do motivo original que me levou a escolher a Audácia: não foi por eles serem perfeitos, mas porque estão vivos. Porque são livres. "

No início, o livro é bem parado, enrolei bastante pra ler as 200 primeiras páginas, mas depois, embora a narrativa seja um pouco lenta, te deixa curioso, apreensivo e te faz devorar até a última página.
Os diálogos são o forte do livro, junto com o foco na distopia e no governo, adorei isso.


"- Que a paz de Deus esteja com você - diz ela, com a voz baixa -, mesmo em meio a dificuldades.- Por que ela estaria? - indago baixinho, para que ninguém mais ouça. - Depois de tudo o que fiz...

- A questão não é você, é uma dádiva. Você não pode merecê-la, ou ela deixará de ser uma dádiva."


Na minha opinião, Insurgente é o livro mais parado da série e o que menos gostei, mas não deixa de ser ótimo.

Um comentário:

  1. Realmente, esse volume é bem mais parado, e isso é meio desanimador, ainda mais por ser o último da série, mas depois as coisas deram uma agitada, e embora tenha ficado meio surpresa, eu gostei do final!

    xx Carol
    http://caverna-literaria.blogspot.com.br/

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