segunda-feira, 27 de junho de 2016

[SERIES] Orange is the new black é meu mais novo vício

Eu, que sofria por esperar o hiatus gigante de todas as séries que assisto, agora me propus a esperar um ano por uma temporada inteira. Foi aceitando isso que comecei a assistir Orange is the new black. Uma certa pessoa - que sabe quem é - conseguiu me convencer a assistir até, pelo menos, o segundo episódio. Resolvi aceitar o desafio, pensando que não iria gostar - já que da primeira vez que assisti ao piloto, odiei. Porém deveria ter tentado melhor anteriormente, porque nem eu sei explicar o nível de vício que essa série está conseguindo me proporcionar. O resultado do desafio? A partir do segundo episódio, já não conseguia mais parar de assistir.
É, eu sei que estou extremamente atrasada, mas nunca é tarde demais, não é?! Por enquanto, estou na segunda temporada, mas pretendo chegar logo ao final da quarta - e depois sofrer com o maldito hiatus.
Aqui vai um breve resumo para quem não conhece OITNB passar a conhecer - e assistir, por favor!
Piper Chapman foi condenada por 15 meses devido a tráfico de drogas. Sua ex-namorada foi a responsável por entregá-la. Então, a mulher, que estava vivendo um momento feliz com seu noivo Larry, se vê obrigada a abandonar tudo e passar a conviver com as detentas de Litchfield. Lá, ela vai encontrar figuras muito diferentes e autênticas, como Red, Crazy eyes, Nicky e, para sua surpresa, a ex-namorada, Alex Vause.
Essa é uma série de drama misturado com comédia. É algo que foge completamente dos esteriótipos e apresenta as pessoas como elas realmente são. Se você ainda não assiste Orange is the new black, por favor, é hora de entrar no netflix e começar a assistir!
PS: Você vai shippar MUITO Vauseman! <3

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Na Estrada Jellicoe - Melina Marchetta


Editora: Seguinte
Ano: 2016
ISBN: 8555340012
Páginas: 296
Nota: 4/5
A sua vida inteira pode ser revelada quando você menos espera.

Tudo o que você precisa saber é que existe uma guerra territorial. Na verdade, isso é tudo o que você deve saber. Bom, pelo menos no início. Existem três grandes grupos: os cadetes, alunos de uma escola militar, os citadinos e os alunos da escola Jellicoe - que são divididos em algumas Casas, cada uma com seu líder. Taylor acaba se tornando líder de uma delas e do grupo de alunos da escola Jellicoe. Tudo o que ela sabe é que sua mãe a abandonou em uma loja de conveniência e seu pai morreu. Desde então, vive nesse internato e considera Hannah a pessoa mais próxima que tem.
O fato é que as guerras territoriais são, na verdade, um background para uma história maior ainda. Enquanto Taylor lidera o grupo, Hannah some repentinamente e a garota fica um tanto quanto sem chão e desconfiando de todos. Tudo o que resta é o manuscrito escrito por Hannah, o qual Taylor lê sem parar.

"Raffaela me deixa sentimental, e não existe sentimentalismo na minha vida."

Esse é um livro sobre o qual não se pode citar muitas coisas sem dar spoiler, mas muita gente o considera bem parecido com Mentirosos. Sim, são dois livros parecidos quando se trata de reviravoltas. Porém, não acho que chegue perto de ser tão bom quanto o primeiro. Algumas surpresas eu consegui prever e outras já eram de se esperar. Em nenhum momento consegui ficar realmente em choque.

"No fundo, acho que isso sempre me deu uma certa segurança, porque ninguém abandona casas inacabadas."

Entretanto, amei o formato da narrativa. Não é algo linear e nas primeiras cem páginas é bem confuso. Deixa o leitor no escuro e sem entender muita coisa, porém tudo vai fazendo sentido aos poucos. Uma dica aqui, outra ligação ali. Talvez seja por isso que não fiquei em choque e também previ algumas coisas. A reviravolta não acontece de repente, ela é apresentada aos poucos para o leitor.

"Será que uma pessoa vale mais porque existe alguém sofrendo por ela?"

O que mais me incomodou, na verdade, não foi a falta de choque e surpresa e sim o fato de não ter conseguido me ligar com a protagonista. É muito gostoso ler e se envolver com os personagens, mas não consegui sentir nenhuma ligação muito forte com Taylor e nenhum outro. Isso sempre é uma coisa ruim, porque odeio ler o livro e não conseguir mergulhar de cabeça nele ou me apegar a alguém.

"Por que eu gostaria que uma pessoa fosse tudo para mim se um dia ela pode não estar mais por perto? O que vai ser de mim então?"

Em resumo, Na Estrada Jellicoe não conseguiu cumprir minhas expectativas altas, mas também não é um livro ruim. Amei diversos quotes e me identifiquei com alguns trechos. É um livro que te faz refletir muito mais do que querer desvendar mistérios. Bom, pelo menos pra mim foi assim. Então, sim, recomendo esse livro a todos os leitores! Porém aviso, não vá com tanta sede ao pote.

"(...) Talvez seja por isso que passei a maior parte da vida afastando-a de mim. Porque ser tão dependente das pessoas me assusta."

"Porque pessoas com tanta energia me dão muito medo. Elas me fazem querer ser uma pessoa melhor, e isso não é possível,"

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Faking it e rótulos


O oitavo episódio da terceira temporada de faking it tratou de um assunto muito interessante e que deve ser cada vez mais explorados: rótulos. Antes de começar a refletir, vou deixar vocês um pouco mais situados do que aconteceu nesse momento. 
Um feriado religioso seria decretado e os alunos ficariam sem aula. Porém, algumas pessoas acabaram achando que seria desrespeitoso para aqueles que não seguiam essa religião. Então, a diretora propôs junto a dois alunos que todos se rotulassem para que definissem a sua personalidade e assim não houvesse mais problemas. No final, uma das protagonistas, Amy, é praticamente forçada a se rotular. A solução? Ela cola todos os adesivos no corpo. Ela é uma mistura de tudo ao mesmo tempo e não quer ser rotulada, não quer ser definida.
Agora, vamos esquecer um pouco o episódio e pensar na sociedade atual. Vivemos em um mundo repleto de rótulos e cada vez mais as pessoas são consideradas objetos. Elas são caracterizadas por essas etiquetas. Ninguém mais olha para o outro de fato, digo, lá no fundo, interiormente. Poucos tentam entender o outro sem primeiro olhar para os adesivos que ele contém. Aqueles que ainda não descobriram muitas coisas de sua personalidade, sentem-se forçados a se definir e quando não conseguem ficam desesperados e se sentem uma aberração. Se você é uma dessas pessoas, eu te digo: o nó que se formou na sua cabeça é saudável. Cuide desse nó e deixe ele aí.
Isso tem que acabar. Para explicar um pouco do que penso, vou usar um exemplo mais conhecido e citado, mas isso não significa que isso não deve ocorrer com outras coisas. Vamos falar de sexualidade. Primeiro deve-se partir do ponto que todos somos pessoas. Pessoas com sentimentos, medos, defeitos, qualidades e diversas características que estão em constante mudança. E creio eu que não se deve gostar da pessoa pelo seu gênero, mas pelo que ela é. 
O maior exemplo disso é a comunidade bissexual. Os bissexuais não estão confusos e não necessariamente preferem um lado ao outro. São pessoas que gostam de pessoas. E elas não precisam escolher. Ninguém precisa escolher. Heterossexual. Homossexual. Bissexual. Isso não importa. No final, somos todos diferentes p-e-s-s-o-a-s.
Ninguém deve ser definido por sua religião, cor da pele, opção sexual, etnia ou até gostos musicais. Talvez meu maior sonho social seja que a sociedade um dia acorde e perceba que as pessoas não são feitas de rótulos, elas são feitas do que elas são. E isso sim deve ser levado em conta. Arranque todos os nomes que estão adesivados em seu corpo e apenas se jogue na vida. Se joga!

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Sobre como a vida é louca e eu uma pessoa desorganizada

Estou quase terminando o primeiro semestre da faculdade e ainda não consegui me acostumar muito bem com essa rotina louca. Sinto que grande parte da minha vida é perdida no ônibus de volta pra casa - embora eu venha escrevendo alguns pequenos textos. Quando chego em casa, tudo o que consigo fazer é o quiz atrasado de economia e case de marketing. Depois? Cama. 
Confesso que, devido a essa vida louca, tenho esquecido do blog ou ficado cansada demais para postar aqui ou fazer vídeos. Fiquei sem voz, inclusive, o que não colaborou para o fator de falar em frente a uma câmera. Nesse final de semana, porém, fui ao show da minha ídola e foi maravilhoso, pretendo fazer um post sobre isso. Só não faço agora porque estou sentada na biblioteca da faculdade escrevendo um desabafo que talvez vocês nem queiram ler.
É só que as vezes me sinto cansada demais, solitária demais, mesmo com muita gente ao meu redor. Talvez seja a TPM, talvez seja uma fase ou sei lá. O fato é que não estou conseguindo colocar as coisas na mesa e me organizar como fazia no terceiro ano. Eu estou sentindo falta do colégio, para vocês verem como a situação está grave.
Mas espero eu que um dia irei conseguir montar uma rotina e voltar com tudo com o blog e o canal, por enquanto peço um pouquinho de paciência. Vou continuar publicando aqui, só não com muita frequência. Me sinto mal não trazendo resenhas novas, mas mal tenho tido tempo para ler. Quando tenho, não consigo focar porque minha cabeça está em outro lugar.
Alguém já passou por isso? É complicado. Quem tiver uma dica, tô aceitando!
Acho que é só isso...
Ah não, também tenho uma novidade, é bem provável que, em breve, meu primeiro livro seja publicado! O universo está brincando comigo, mas dessa vez ele me deu um presente! Espero que dê certo!
Vejo vocês em breve <3

domingo, 1 de maio de 2016

TAG: Doenças literárias

Olá, leitores infinitos!
Hoje trago pra vocês um vídeo em que respondo uma tag antiga chamada doenças literárias. São nove doenças e para cada um delas, devo escolher um livro diferentes. Vamos desde diabetes até aquela doença/gripe que você pegou em uma viagem! Ficou curioso?! Olha só o vídeo!
PS: Sei que estou um pouco atrasada, mas só hoje me toquei que ainda não tinha postado no youtube! Pois é!
Aqui estão as perguntas, para quem quiser responder:
  • Diabetes: Um livro muito doce
  • Catapora: 
  • Influenza A: Um livro contagioso.
  • Ciclo Menstrual: Um livro que você lê todo mês e/ou ano.
  • Insônia: Um livro que você virou a noite lendo.
  • Amnésia: Um livro que você leu e não se lembra.
  • Asma: Um livro que te tirou o fôlego.
  • Má Nutrição: Um livro que você esqueceu de comer para ler.
  • Doença de Viagem: Um livro que te lembre/ você relacione com uma viagem.


domingo, 24 de abril de 2016

[NO MUNDO DA MÚSICA] Conheça Bitter's kiss


Chloe Baker deu início ao seu novo projeto: Bitter's kiss. A cantora nasceu em New Jersey e afirma que suas canções são baseadas em suas visões sobre o mundo e experiências. 
Considero seu estilo algo mais puxado para o indie. Dizem que lembra um pouco uma mistura de Lana del rey e Lorde. Eu considero algo único. A música Friday nights conseguiu me tocar de uma maneira que não sei explicar, conheça-a começando por ela.
Vou deixar aqui em baixo alguns clipes para que vocês possam ver:


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Confira o trailer de A Garota no trem



Com data de lançamento para 24 de novembro, a adaptação do livro A Garota no trem promete arrancar muitas exclamações do público. Rachel, a protagonista alcoólatra, será interpretada por Emily Blunt. A história basicamente gira em torno das viagens de trem da Rachel onde ela encontra um casal que passa a observar. Porém, é surpreendida quando descobre que a mulher observada está desaparecida.
No vídeo acima resolvi fazer algo diferente e mostrar minha reação assistindo ao trailer pela primeira vez. Como vocês podem perceber só pela arte do vídeo, fiquei bastante em choque. É um filme que promete muito! Estou cheia de expectativas!
E pra você que não quer ver o meu rostinho, vou deixar aqui o vídeo só com o trailer:

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